quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

È Preciso Crescer

É Preciso crescer

Amigos, quando pequenos sonhamos em ser mais velhos: se crianças, queremos estar com quinze anos; se na adolescência, queremos estar na maioridade; se jovens na maioridade queremos ir um pouco mais – uns vinte e cinco – para estarmos moços com melhor situação financeira...

Os sonhos e ideais acalentados, sem conhecermos ainda os enormes desafios da vida (notem como saíram evidenciados...) nos fazem imaginar sermos senhores(as) do mundo.

Passado relativo tempo, em que cada um adota a sua postura pessoal ante o escoar das experiências, vamos encontrar uns desgastados e desencantados, saudosistas dos tempos idos, afirmando que gostariam de voltar à infância, ao colo de mãe, à proteção do pai, à ignorância quanto aos entraves da existência, e outros entusiasmados, confiantes e perseverantes - apesar das marcas do tempo -, afirmando o quanto a vida lhes ensinou e o quanto ainda desejam aprender, sem cessar a caminhada tão cedo...

A diferença entre eles? Uns cresceram no aspecto biológico, seus corpos amadureceram, mas a alma, a mente, os sentimentos mantiveram o medo, e pularam da infância para a velhice... Os outros também sofreram o processo biológico, mas amadureceram muito mais, se engrandeceram e se realizaram na alma, na mente, onde seus sentimentos e ideais alçaram vôos em direção à edificação do homem/mulher integral, não havendo neles velhice, e sim maturidade e bom senso, iluminando razão e sentimento.

É preciso crescer sempre, mas elejemos qual forma de crescer que desejamos...






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sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

O Culto de Shofia: Um Rito Sexual

O CULTO DE SHOFIA : UM RITO SEXUAL via AUM MAGIC de Marcos Mundim É uma cerimonia, chama-se Hieros Gamos. Data de mais de 2.000 anos. Sacerdotes e sacerdotisas egípcios a realizaram regularmente para comemorar o poder reprodutor feminino. É um rito sexual Hieros Gamos é uma expressão grega, que significa ''casamento sagrado''. Casamento no sentido de União. Sexo, mas não como entendemos, o sexo de hoje em dia. Era um ato espiritual. Historicamente, as relações sexuais eram o ato através do qual o homem e a mulher experimentavam o divino. O masculino era espiritualmente incompleto antes de ter conhecido o carnal do sagrado feminino. A união física com a mulher era o único meio segundo o qual o homem podia se tornar espiritualmente completo e chegar a atingir a gnose - o conhecimento do divino. Desde o tempo de Ísis, os ritos sexuais vinham sendo considerados a única ponte entre o céu e a terra para o homem - em comunhão com uma mulher - o homem podia atingir um instante de êxtase no qual sua mente ficava totalmente vazia e ele era capaz de ver Deus. O orgasmo como oração. Fisiologicamente falando, o clímax masculino era acompanhado por uma fração de segundo em que os pensamentos ficavam de todo ausente. Um breve vácuo mental. Um momento de limpidez, durante o qual se podia vislumbrar Deus. Os gurus que praticavam a meditação atingiam estados semelhantes sem sexo e costumavam descrever o Nirvana como um orgasmo espiritual eterno. O modo como os antigos encaravam o sexo era totalmente opostos ao modo como encaramos hoje em dia. O sexo possibilitava a criação de novas vidas - o milagre dos milagres - e só um deus podia realizar milagres. A capacidade da mulher de produzir vida com seu útero tornava-a sagrada. Uma deusa. A relação sexual era a união respeitosa entre duas metades do espírito humano - a masculina e a feminina - por meio da qual o macho e a femea poderiam encontrar integridade espiritual e comunhão com Deus. É uma cerimonia profundamente sacrossanta. Os primeiros judeus acreditavam que o Santo dos Santos do Templo de Salomão abrigava sua poderosa consorte feminina, Shekinah. Os homens que buscavam integridade espiritual vinham ao Templo visitar sacerdotisas - ou hierodulas - com as quais faziam amor e experimentavam o divino através da união física. O tetragrama judaico YHWH - o nome sagrado de Deus - na verdade derivava de Jeová, uma união física andrógena entre o masculino, ''jah'', e o nome feminino pré-hebraico de Eva, - ''havah''. Para a igreja dos primeiros tempos o uso do sexo pela humanidade para comungar directamente com Deus representava uma série ameaça à base de poder católico. Aquilo deixava a Igreja de fora, debilitando o ''status'' que, ela mesma se atribuira de ''único'' caminho para Deus. Por motivos obvíos, a igreja fez de tudo para demonizar o sexo e reinterpretá-lo como um ato pecaminoso e repulsivo. Outras religiões importantes fizeram o mesmo. Mais uma dúzia de sociedades secretas ao redor do mundo - muitas bastantes influentes - ainda praticavam ritos sexuais e mantinham as tradições vivas. Durante a Inquisição, a Igreja acusou os templários de todos os tipos de heresia. Inventaram todos os tipos de acusação. Sodomia, urinar na cruz, adoração ao demónio etc. E nesses tipos de acusação estava ncluída também a adoração de falsos ídolos. A igreja acusou os Templários de realizar rituais secretos em que rezavam para uma cabeça entalhada na pedra, o deus pagão. Baphomet, era um deus pagão da fertilidade associado à força criadora da reprodução. A cabeça de Baphomet era representado como a de um carneiro ou bode, símbolo comum da procriação e fecundidade. Os Templários veneravam Baphomet formando um círculo ao redor de uma réplica de pedra de sua cabeça e entoando cânticos. A cerimonia homenageava a magia criadora da união sexual. A crença moderna em um demónio chifrudo conhecido como Satã originou-se com Baphomet bem como as tentativas da igreja para transformar o deus de chifre da fertilidade em um símbolo do mal. fonte:http://eluscohen.zip.net/arch2010-05-01_2010-05-31.html